No tribunal (caso real):
Pergunta: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor confirmou o pulso da vítima?
Resposta: Não.
Pergunta: O senhor viu-lhe a tensão arterial?
Resposta: Não.
Pergunta: O senhor viu-lhe a respiração?
Resposta: Também não.
Pergunta: Bom, então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Resposta: Não, é impossível.
Pergunta: Como é que o senhor pode ter essa certeza?
Resposta: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.

Fotografia de Pedro Moreira
(www.olhares.com/pedroxm)
(www.pedroxmoreira.com)