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Posts Tagged ‘Música’

Eu sei que soa piegas, mas quando segues os teus sonhos, eles acontecem. E se for música, leva o teu sonho a sério. (Enrique Iglesias)

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Tenho estado a ouvir esta música no Youtube, “Feast of Starlight”, do filme “O Hobbit – A Desolação de Smaug”. Em português, significa “Festa da Luz das Estrelas”.

Quem é fã da Enya, vai de certeza apreciar esta canção. É linda.

Composta por Howard Shore, cantada por Grace Davidson, a letra é (penso eu) de Philippa Boyens, inspirada por um poema de Tolkien.

A letra está na linguagem dos elfos, e também na dos anões. Para quem se interessa por essas coisas, pode procurar a letra na internet. Muitos fãs de Tolkien têm-na nos seus websites. Estou a pensar comprar a banda sonora do filme, e espero encontrar a letra lá, porque não entendo uma palavra do que está a ser cantado. 🙂

Esta canção é o tema do amor impossível entre Tauriel, uma elfa, e Kili, um anão. Não deixa de ser lindo por ser impossível.

Se gostam desse tipo de canções, sabem que este é o tipo de música que cura cancros. 🙂

Se chorarmos porque o sol saíu das nossas vidas, as lágrimas impedir-nos-ão de ver as estrelas.

Autor ou Fotógrafo Desconhecido
(Sabe quem tirou esta fotografia? Mande-me um email.)

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Na minha fantasia eu vejo um mundo justo,
Onde todos vivem em paz e honestidade.
Sonho que as almas são sempre livres,
Como núvens que voam,
Cheias de humanidade no fundo da alma.

Nesta fantasia eu vejo um mundo claro,
Onde a noite é menos escura.
Sonho que as almas são sempre livres,
Como núvens que voam.

Nesta fantasia existe um vento quente,
Que sopra pela cidade como um amigo.
Sonho que as almas são sempre livres,
Como núvens que voam,
Cheias de humanidade no fundo da alma.

(Música de Ennio Morricone e letra de Chiara Ferraù)

Quando o poder do amor vencer o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz.

Autor ou Fotógrafo Desconhecido
(Você sabe quem tirou esta fotografia? Mande-me um email!)

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Sobre o que é que eu havia de falar hoje? Um homem, claro. 🙂

Pois este homem impressionou-me. Chama-se Sung Bong Choi e é um cantor lírico da Coreia do Sul que encontrei recentemente quando estava a fazer zapping pelos vídeoclips do Youtube. Ele era um concorrente no concurso “Coreia Tem Talento” e ganhou o segundo lugar. Se ouvirem ele a cantar na competição, e se forem como eu, vão-se interrogar como cataratas d’águas é que ele acabou em segundo lugar.

Quero dizer, a sério. Como?

Não sei em relação ao artista que ficou em primeiro lugar (e aparentemente, com um prémio de 100 000 dólares), mas eu não vejo ninguém a falar sobre o vencedor. Toda a gente fala do Sung Bong Choi, mesmo depois de quase sete meses do programa ter acabado.

Ele teve uma vida difícil. Abandonado num orfanato aos três anos de idade, ele fugiu pouco depois, vivendo a década que se seguiu nas ruas, enfrentando fome, gangues, perigos e invernos insuportavelmente frios. Uma mulher num restaurante iria eventualmente dar-lhe comida e um nome: Ji Sung.

As coisas eram muito difíceis para ele, como qualquer pessoa com coração pode imaginar. É de todo uma surpresa porque razão ele se tenha tornado tão triste e depressionado? Ele não sabia sequer como falar correctamente e expressar-se de forma adequada.

Um dia, quando ele era um adolescente, ele ouviu uma voz dos céus a cantar, na forma de um cantor lírico num clube nocturno. Talvez fosse um homem a tentar ganhar o seu pão do dia-a-dia, talvez fosse um anjo disfarçado. Quem sabe?

O que importa realmente é que Ji Sung, estava lá, escutando atentamente, o seu coração a encher-se de paz, beleza, mudança e uma decisão. Ele seria uma cantor. Não fazia ideia como, ele apenas sabia que tinha de se tornar num cantor. Ele tinha.

Procurou então por um professor de canto na Internet, possivelmente com a ajuda de alguém para procurar no computador por ele, porque ele não sabia ler nem escrever bem nessa altura. Pelo menos, é esta a minha suposição. De qualquer maneira, um nome veio ao de cima, e esse nome era Park Jung-So (ai, esses nomes chin… coreanos).

Este homem, que na altura estava ainda a estudar na universidade enquanto dava aulas de canto para ganhar um extra, seria em grande parte responsável não só pela educação musical de Sung Bong, mas também pela sua educação escolar.

O ensino secundário seria a primeira vez que ele ia às aulas, quando foi aceite numa escola de artes. E também, pela primeira vez na sua vida, através dos esforços desse professor e de uma fundação para as crianças, Sung Bong arranjou uma casa para viver. Ele tinha dezasseis anos e era muito, muito rápido a aprender.

E Sung Bong ainda tinha muito que aprender.

Ele teve de aprender como estar com as pessoas, depois de ter estado tanto tempo sózinho. Ele teve de aprender como lidar com os outros. Como não deixar que tirassem vantagem dele. Como não confiar nas pessoas erradas. Como ser gentil com as pessoas boas. Como distinguir as boas pessoas das más.

Como arranjar mais dinheiro para continuar a estudar. Ele tinha ajuda mas não era o suficiente para pagar tudo, a escola e as contas da casa, e a comida e roupas. Ele tinha que fazer part-times, muitas vezes durante a noite. Ele adormecia nas aulas, e ninguém compreendia porquê. As pessoas faziam troça dele, sem imaginar como a sua vida era, e o que ele tinha passado para chegar até onde estava.

Passaram-se alguns anos. Eventualmente, ele descobre que o seu nome verdadeiro é Sung Bong Choi e que ele nasceu em 18 de Fevereiro de 1990.

Ele lá conseguiu o diploma do secundário, à tangente. Ele continuou, mas depois de algum tempo, estava tão desencorajado que ele deixou de ir às aulas, convencido de que cantar afinal, não era para ele. Foi para outra cidade, tentando ganhar a vida, mas voltou para o seu professor cerca de um ano mais tarde, pedindo ajuda. Park, claro, ajudou-o mais uma vez.

Park falou-lhe também dum concurso que estava a ter lugar em Seul, e que ele tinha de lá entrar. Sung Bong não queria ir. Como poderia ele alguma vez ganhar? Park disse-lhe que “ele não tinha nada a perder. Vamos tentar uma vez, ok?

Se me perguntarem, Park não é nada se não fôr um homem absolutamente notável. E não me parece que ele se dê conta disso.

Sung Bong foi a Seul. Era o verão de 2011 e ele tinha 21 anos. E após uma vida de lutas impossíveis, batalhas insuportáveis e enormes dificuldades, sobre o que é que ele canta?

Ele canta sobre um mundo justo, onde reinam a paz e a honestidade, e toda a gente vive livre e cheio de humanidade. O resto, como se costuma dizer, é história.

Aqui estão alguns links para quem esteja interessado em saber um pouco mais sobre este rapagão, o Sung Bong Choi.

“Coreia Tem Talento” com legendas em francês
“Coreia Tem Talento” com legendas em inglês

Professor Park Jung-So conta ele próprio a história (legendas em inglês)

Canal oficial do Youtube de Sung Bong

Artigo da CNN (em inglês)
Artigo da ABC News (em inglês)
Artigo no Allkpop (em inglês)

Feliz Dia da Mulher para toda a gente. Mulheres, homens e aliens. 🙂

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Vejo céus azuis e núvens brancas
O dia brilhante e abençoado
A noite escura e sagrada
E penso para comigo
Que mundo maravilhoso!

(Louis Armstrong)

Quando o poder do amor vencer o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz.

Autor ou Fotógrafo Desconhecido
(Você sabe quem tirou esta fotografia? Mande-me um email!)

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Usa quaisquer talentos que possuas. As florestas seriam lugares muito silenciosos se nenhum pássaro cantasse, a não ser o melhor.

Autor ou Fotógrafo Desconhecido
(Você sabe quem tirou esta fotografia? Mande-me um email!)

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Olá, meus amigos, olá.
Telefonei só para vocês saberem
Que eu penso em vocês todas as noites.
Quando eu estou aqui sózinho
E vocês aí em casa,
Olá.

(“Hello again”, Neil Diamond)

Sou eu ou tás de pernas pró ar, huuumm?

Fotografia de Suzano Magalhães
(www.olhares.com/suzano)

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